sábado, 24 de outubro de 2009

UMA ESCOLA DE SABEDORIA

A via que nos tem conduzido às concepções atuais concernentes ao Homem, ao Universo e a Deus, está longe de ser nova, uma vez que ela se relaciona com idéias ensinadas desde muito antes de Jesus Cristo. Muitos pesquisadores estão voltados para esta antiga filosofia dos patriarcas, dos iniciadores egípcios de Moisés, dos Gnósticos e dos Iluminados cristãos, dos Cátaros e dos Rosa-Cruz, sendo que tal filosofia jamais variou em seus postulados e ensinamentos.

Outra corrente dá preferência aos estudos das demais ciências, na tentativa de resolver as crises políticas, os fenômenos sociais e as questões econômicas. Tais preferências se prendem a uma questão de resolver as crises políticas e as equações econômicas. Tais preferências se prendem a uma questão de tendência, de formação cultural, de ambiente, de idealismo.

Acontece, porém, que a Maçonaria ao invés das causas imediatas perquire as causas remotas, e não divorcia a unidade humana das complicadas operações sociais. Por isso, a Maçonaria prefere trabalhar a unidade em vez da coletividade.

Todas as tentativas de aplicação de leis sociológicas a um conglomerado humano cujos elementos são desnivelados na Ação, no Sentimento e no Raciocínio (vale dizer, nos três elementos da Personalidade), oferecem-nos conclusões claras: ou se desentendem os governantes, os manejadores, ou se deturpam as potências maçônicas.

Aí está o exemplo, recente e atual: as leis impostas ao povo maçônico, e a dissidência entre os próceres. As leis emperram o progresso, mas não lhe consegue dar asas. Fanatizam as populações, mas não lhes libertam a consciência.


A Maçonaria dirige-se á unidade, ao homem; e visa a finalidade e a harmonia de números homogêneos, porque somente com estes poderá a Evolução contar, para a última soma, que será a redenção da humanidade.

O Gênero humano sai apenas de sua infância ou acaba de chegar agora mesmo á idade perigosa da adolescência. Cumpre se lhe prepare um destino, que não seja pela força ou violência, mas pela razão. Impõe-se o não involuir por necessidade de vãos cuidados administrativos.