sábado, 24 de outubro de 2009

NOMINATA DOS VENERÁVEIS I

NOMINATA DOS VENERÁVEIS DA LOJA MAÇÔNICA “VIRTUDE E BONDADE” DESDE A SUA FUNDAÇÃO

1o. – FRANCISCO JOSÉ MAGALHÃES BASTO

Período : 01.03.1862 a 1863.
: 1863 a 1864.
: 1864 a 1865.

Obs. Venerável fundador da Loja provisória Virtude e Bondade, Instalada ao Oriente de Maceió no dia 1o. de Maio de 1862, no Rito Escocês Antigo e Aceito. Comerciante, português, nascido em 1801. Casado.
Iniciado na Loja Conciliação do Grande Oriente de Pernambuco. Elevado ao Grau 31o. – 31.08.1864, conforme balaústre em 27.10.1864. Membro Honorário do quadro da Virtude e Bondade. Registrado na Grande Secretaria Geral da Ordem, no Rio de Janeiro, em 23.12.1921.Renunciou ao cargo em 18.08.1864, sendo substituído.

SUPORTE HISTÓRICO

Carlos Pace (que parece ser um pseudônomo), em seu folheto intitulado “Resumo histórico da Maçonaria no Brasil”, tem este trecho inicial: “No fim do século passado (a edição é de 1896), para evitarem as perseguições de que eram alvo, alguns maçons portugueses emigraram para o Brasil e, de união com outros, franceses e americanos, instalaram lojas, umas sob os auspícios do Grande Oriente Lusitano, outras do de França e algumas independentes”. Transcrito de “Nos Templos de Hiram”, por Manoel Onofre de Andrade (Venerável da Loja Deodoro da Fonseca n. 700 e presidente da AAI), 1933, pág. 155.




Diretoria Interina de Instalação da Loja Provisória
“Virtude e Bondade”, em 1o. de Março de 1862.

Venerável : Francisco José de Magalhães Bastos, Grau 30o.
1o. Vigilante : Bel. Manoel Joaquim da Silva, Grau 3o.
2o. – Vigilante : Aurélio Ferreira Espíndola, Grau 17o.
Orador : José Antonio Magalhães Bastos, Grau 18o.
Secretário : Tito de Abreu Fialho, Grau 3o.
Tesoureiro : Dr. Posidônio de Melo Acioly, Grau 18o.
Chanceler : Carlos Cirilo de Castro, Grau 3o.
Hospitaleiro : Rozendo de Araújo Ferraz, Grau 3o.
1o. Experto : José Ovídio de Farias Lobo, Grau 17o.
2o. Experto : Henrique da Cunha Rodrigues, Grau 17o.
3o. Experto : Bel. Antonio Pinto da Rocha, Grau 3o.
M. Cerimônias : Dr. João Francisco Dias Cabral, Grau 17o.
1o. Diácono : José Marques dos Santos Carreggal, Grau 17o.
2o. Diácono : Manoel Antonio Supardo, Grau 3o.
Arquiteto : José Anselmo Valejo, Grau 3o.
Cobridor : Manoel Antonio Tavares, Grau 3o.
Porta Espada : João Antonio das Chagas Craveiro, Grau 3o.
P.Estandarte : Antonio Teixeira Junior, Grau 3o.
M. Banquete : James Hunter, Grau 3o.


Or. de Maceió, em 21 de Março de 1864

Balaústre da Sessão de Posse e Iniciação da Sublime Loja “Virtude e Bondade”.

Eleitos, prestaram juramento, de conformidade com os Arts. 173 e 174 da Constituição, os Oficiais e Dignidades, que irão reger os destinos da Loja, durante o ano de 1864:

Venerável : Francisco José de Magalhães Basto.
1o. Vigilante : José Antonio de Magalhães Basto.
2o. Vigilante : Rozendo de Araújo Ferraz (interino).
Orador : Miquel Felício Basto da Silva.
Secretário : Tito de Abreu Fialho.
Hospitaleiro : Dr. João Francisco Dias Cabral.
2o. Vigilante : Joaquim José de Araújo (titular).
Chanceler : Antonio de Almeida Monteiro.
Tesoureiro : José Bernardo de Arroxellas Galvão.
Secretário Adj. : José Lopes da Paixão.
Venerável eleito : Dr. José Magalhães Basto (substituição).

SUPORTE HISTÓRICO

Ainda que não mais existam os registros documentais da vida cotidiana da Virtude e Bondade, podemos encontrar nos registros de jornais da época, anuários e atas das Lojas co-irmãs, informes e reportagens que preencham alguns dos claros existentes.
O palacete que serviu para abrigar não só a Loja Virtude e Bondade, como também a Loja Fraternidade Alagoana e depois a Loja Deodoro da Fonseca, na Rua da Imperatriz n. 37 – centro, hoje Rua João Pessoa, pertenceu ao sr. Manoel Machado da Silva. Até pouco tempo ali funcionava o Hotel Beiritz. Templo este inaugurado em 28.08.1864.
O contrato, firmado verbalmente em 01.03.1862, foi renovado. Terminando em 22.08.1873, e renovado por igual período, através do Irmão Antonio Teixeira Júnior Escova, Tesoureiro da Virtude e Bondade.
Fundada em 04 de Março de 1870, em Maceió, a Loja Maçônica “Fraternidade Alagoana” n. 200. Recebeu sua carta constitutiva em 21.03.1870, sendo regularizada em 20.06.1870.
Pouco depois de fundada, passou para o Grande Oriente dos Beneditinos, mas em 05.08.1873, foi incorporada ao GOB. Na Fundação, recebeu o n. 202 e na reincorporação, o n. 255 (antigos). Curiosamente em março de 1875, ainda é declarada como sendo de sua obediência (dos Beneditinos, n. 68), talvez uma dissidência. O Rito adotado na fundação foi o Adoniramita. Abateu colunas antes de 1884.
Venerável Fundador: Jacintho José Nunes Leite, 13o. – de 1870 a 1873. Reeleito, não aceitou. 1874 – José Francisco de Braga Júnior. Em 12.12.1876: Venerável, Tertuliano Telles de Menezes e Silva. 20.01.1877: Posse do Venerável Tertuliano Telles de Menezes e Silva. Em 30.01.1877, abateu colunas.
ALMANAK ADMINISTRATIVO DA PROVÍNCIA DE MACEIÓ para o ano de 1876 (edição 1876, pág. 87) – Grande Oriente Unido do Brasil – Fraternidade Alagoana (Adoniramita), Rua do Hospital n. 47; Venerável, José Francisco Braga Júnior, residente à Rua Augusta n. 13. Na página 114 do mesmo almanaque, ano 1877, dá a Fraternidade Alagoana funcionando na Rua do Hospital, sobrado n. 47.
Aos 15 de Abril de 1873, funcionava na Virtude e Bondade, e a partir dessa data, na Perfeita Amizade Alagoana.
Ata n. 43 da VB: Acedendo o prédio para funcionar na sua sede mediante as condições propostas.
Ata n. 44, em 20.04.1871: concordou pagar nas mesmas condições apresentadas no contrato que se fez com um primeiro andar na casa em que funcionava a Loja.
NOTAS: No Livro de Atas, ficaram em branco as páginas 242 (meia página), 243 a 248. Não há termo de Encerramento.
As últimas assinaturas da Ata na data de 30.01.1877: Venerável Tertuliano Telles de Menezes e Silva. 1o. Vigilante, Jacintho José Nunes Leite. 2o. Vigilante, Luiz Pereira Cunha. Orador Interino, J. Pedro. Secretário, Rafael Arcanjo da Silva Antunes.
Em 12.09.1979, foram reerguidas suas colunas pelo Venerável Irmão José Correia de Araújo Paranhos.

Aos 04 de Dezembro de 1870, era fundada no Oriente de Penedo, a Loja Maçônica “Confraternidade Penedense”, n. 205. Rito Moderno. Instalada em 04.12.1872, abateu colunas em 1884.
O Malhete n. 13, de Maceió, em 20.12.1899, assinala a Instalação desta Loja em 04.12.1872. Consta do “Catálogo das Lojas...”, de Kurt Prober.


2o. – JOSÉ ANTONIO DE MAGALHÃES BASTO
Período : 18.08.1864 a 21.08.1864 – 1a. eleição.
: 03.09.1864 a 24.06.1865 – 2a. eleição.
: 24.06.1865 a 24.06.1866.
: 24.06.1866 a 1871.
Obs: Pernambucano, nascido em 1826. Advogado, jornalista, político, sócio do Instituto Histórico.
Iniciado na Loja “06 de Março”, Oriente de Pernambuco. Benemérito, em 1913.

Foram eleitos para o ano de 1865:

Venerável : José Antonio de Magalhães Basto
1o. Vigilante : José Bernardo de Arroxelas Galvão
2o. Vigilante : José Anselmo Valejo
Orador : Joaquim José de Araújo
Secretário : Tito de Abreu Fialho
Tesoureiro : Francisco Pires Carneiro
Repr Gr.’. Asb.’.: Manoel Joaquim Dias Medronho
Deputado : João Joaquim Ferreira
1o. Experto : José Ovídio de Farias Lobo
2o. Experto : Reinaldo Odorico Mendes
3o. Experto : Luiz Castilho de Aguiar
Mest.’. CCer.’. : Pedro Severiano Dantas
Hospitaleiro : João Francisco Dias Cabral
1o. Diácono : Carlos Cirilo de Castro
2o. Diácono: : Paulo Joaquim Teles Junior
Porta Espada : Joaquim José Ramos
P.’. Estandarte : Manoel Antonio Tavares
Arquiteto : Ildefonso de Paula Mesquita Cerqueira
Cobridor : Alexandre Francisco de Barros
Chanc.’. Arq.’. : Luíz José de Mendonça
Orador Adjunto : Olímpio Eusébio de Arroxelas Galvão
Secr.’. Adjunto : Thomas Deschamps de Montmorency.

SUPORTE HISTÓRICO

As nominatas do Grande Oriente do Brasil informam o Venerável da Virtude e Bondade em 1872, Dr. Manoel Claudino de Arroxelas Jaime,33o. Seu Venerável em 1873, o Irmão Joaquim J. Araújo, 18o. O Manual das Lojas Maçônicas, de Kurt Prober, confusamente informa que estaria adormecida ou inativa; o seu Templo teria sido Regularizado em 30 de Janeiro de 1875, pelo Delegado do Grande Oriente do Brasil, Manoel Claudino de Arroxelas Jaime. Na verdade trata-se do reerguimento das colunas da Loja Amor da Pátria, conforme noticiado no jornal LABARUM, o que podemos ver quando tratarmos da loja Amor da Pátria.
Em escrito anônimo no DIÁRIO DE ALAGOAS, de Janeiro de 1867, se fazia uma campanha deletéria contra o espírito republicano. Das retaliações veementes e incessantes nasceu o pensamento republicano em se agremiar, na expectativa da vitória. Nessa falange, da qual deveriam sair presidentes da república, ministros, diplomatas, representantes do povo e também, grandes vítimas das ingratidões públicas, se encontrava o Irmão Ricardo Brennand Monteiro.
O major Manoel Claudino de Arroxelas Jaime, que ocupava a Venerança, e o Irmão Ricardo Brennand Monteiro, como Secretário, adquiriram aos treze de Maio de 1869, o terreno situado na Rua Nova (atual Barão de Penedo), local onde seria construído o Templo da Loja Virtude e Bondade.

3o. – MANOEL CLAUDINO DE ARROXELAS JAIME

Período : 24.06.1871 a 1872.
: 24.06.1872 a 1873.

Obs: Brasileiro, Major, Juiz de Paz, sócio do Instituto Histórico.

SUPORTE HISTÒRICO

A Loja Maçônica Virtude e Bondade esteve na crista das ondas tempestuosas, travestidas em cataclismos que estiolaram as instituições constituídas, gerando insegurança, destemor e desordens gerais. A Ordem Maçônica sofreu, como organismo vivo da tessitura social, a convulsão dos movimentos revolucionários, anteriores e posteriores à Proclamação da República.
E a três de Maio de 1872, quase vinte anos da Proclamação da República, surgia em Maceió um novo paladino da causa republicana, este com o nome de A REPÚBLICA.
Nesta fase histórica, a Loja Virtude e Bondade esteve sob o comando do ilustre médico Dr. Joaquim José de Araújo.

Na época de progresso do Pilar, nascia ali, aos 03 de Novembro de 1872, a Loja Maçônica “Amor à Humanidade” n. 229, a primeira que utilizou este título. Certamente inspirada em sua principal bandeira de luta, a libertação dos escravos. Recebeu a Carta Constitutiva em 04 de Novembro de 1872, sendo Regularizada em 29 de Dezembro de 1872. Abateu colunas em 1882.

4o. – JOAQUIM JOSÉ DE ARAÚJO

Período : 24.06.1873 a 1874.
: 19.06.1874 a 1875.
: 24.06.1875 a 1876.
: 26.06.1876 a 1877.

Obs: Brasileiro, médico, sócio do Instituto Histórico. Fonte, Almanak da Província de Maceió, hemeroteca do IHG – AL. Nada encontramos sobre o período 1877 a 1892.

SUPORTE HISTÓRICO

Deodoro da Fonseca, por ocasião da Proclamação da República, era Maçom ativo e fora iniciado, em 1875, na Loja “Rocha Negra”, ao Oriente de São Gabriel, Rio Grande do Sul.
Tão logo proclamada a República, o Governo Provisório nomeou interinamente a Tibúrcio Valeriano de Araújo, Governador Interino de Alagoas, ficando este a governar de 21 de Novembro a 2 de Dezembro de 1889.
Em nosso Estado, dele participavam as figuras mais expressivas, pessoas da sociedade, que integravam entidades governamentais, não governamentais, intelectuais, jornalistas e profissionais.
A designação do primeiro governador recaiu sobre o Irmão de Deodoro, o Coronel Pedro Paulino da Fonseca, Governador Provisório do Estado de Alagoas, tomando posse a 2 de Dezembro de 1889.
Em decorrência da instabilidade política que se estabeleceu então, com a ascensão de novos rumos políticos em cenário cada vez mais conturbado. Diante da Nova Ordem Constitucional, a Chefia do Poder nas mãos dos ínclitos Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, a Loja Virtude e Bondade conviveu com a mesma instabilidade infligida às co-irmãs.
A militância dos republicanos históricos como Tibúrcio Valeriano de Araújo, Ricardo Brennand Monteiro (membro da Junta Governativa), Bonifácio Da Silveira ( o major Bonifácio dos carnavais de Bebedouro), Clarêncio Jucá, Dr. Joaquim José de Araújo, Cândido de Almeida Botelho, Bernardino de Sena Ribeiro, todos maçons, e apenas citar estes para não tornar fastidiosa a informação, resolveu que a Maçonaria deveria prestar uma homenagem à República, considerada sua filha dileta, congregando Irmãos de várias Lojas, sob um nome distintivo, que representava a nova Ordem instituída pelo ínclito alagoano.
Convidados Obreiros da “Virtude e Bondade”, da “Amor da Pátria”, da “União de São Francisco”, “Deus e o Homem”, “Deus e Verdade”, estes resolveram fundar a Loja “ORDEM E PROGRESSO’ 2a., em 19.04.1890, conforme assinala KURT PROBER in CADASTRO GERAL DAS LOJAS MAÇÔNICAS DO BRASIL, Paquetá 1975, 926.
A esse respeito é esclarecedor o Relatório da Delegacia do Estado de Alagoas, em 04 de Junho de 1910, publicado no Boletim do GOB, n. 11 – Nov/1910, págs. 898/900, dirigido ao Ilmo Sr. Pod.’. Ir.’. Dr. Lauro Sodré, Sob.’. Gr.’. Mestre Gr.’. Comen.’. da Ordem, pelo Irmão Virgílio Antonino de carvalho, 33o. – Delegado: “Por motivos de ordem superior ficou algum tempo adormecida (referência à Loja “Virtude e Bondade”), surgindo entretanto, aos 28 de Novembro de 1890, a Aug.’. Loja “ORDEM E PROGRESSO” 2a., formada por 27 Irmãos Instaladores”.
Em Sessão solene de 26 de Janeiro de 1893, e com a devida autorização do Poder competente, foi mudado o título, bem como o distintivo e regalias da antiga Loja.
Constatamos então que a “Virtude e Bondade” mudou de nome e endereço, mas manteve as suas colunas erguidas, e ajudando a reerguer colunas.
Ricardo Brennand Monteiro, membro da junta Governativa, tomou posse na Intendência municipal (assim era chamada a chefia do executivo municipal, no período monárquico) a 30 de Janeiro de 1890, exonerando-se em Junho desse mesmo ano.
O Major Bonifácio Magalhães da Silveira, Obreiro da Loja Perfeita Amizade Alagoana, tomou posse na Intendência Municipal a 4 de Maio de 1892 e deixou o cargo a 4 de Setembro do mesmo ano.
De 1893 até 1902, o destino da “Virtude e Bondade” obedeceu ao comando firme e laborioso do Irmão Tibúrcio Valeriano de Araújo.

5o. – TIBÚRCIO VALERIANO DE ARAÚJO

Período : 25.02.1893 a 1894.
: 26.02.1894 a 1895.
: 19.02.1895 a 1896.
: 19.03.1896 a 1897.
: 18.03.1897 a 1898.
: 02.04.1898 a 1899.
: 24.06.1899 a 1900.
: 29.06.1900 a 1901.
: 24.06.1901 a 1902.

Obs: Brasileiro, empregado público, comendador.
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Em 3 de Janeiro de 1893:

Eleito Deputado junto à Assembléia Geral do Grande Oriente do Brasil, o Irmão Manoel Miguel Soares, 32o.
Eleito para o cargo de Representante, o Irmão Guilherme Gomes Pinto, 30o.

Em 25 de Fevereiro de 1893:

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo, 30o. 31 votos
1o. Vigilante : Antonio Joaquim de Farias, 30o. 30 votos
2o. Vigilante : Alexandre José Ribeiro, 18o. 30 votos
Orador : Antonio Scipião da Silva Jucá,18o. 32 votos
Secretário : Ananias Guerra, 31o. 32 votos
Tesoureiro : Horácio A. Guerra Jucá, 3o. 30 votos
Chanceler : João Rabelo Cardoso, 18o. 32 votos
Hospitaleiro : Ignácio de Moraes Sarmento, 3o. 29 votos
1o. Experto : Domingos Nunes Leite, 3o. 30 votos
2o. Experto : Júlio José Pereira, 3o. 30 votos
3o. Experto : Luis Lessa, 3o. 28 votos
M. Cerimônias : Melchiades Gomes Ribeiro, 3o. 30 votos
1o. Diácono : Leôncio José Pereira de Farias, 3o. 30 votos
2o. Diácono : Francisco Ignácio da Rocha Lima, 3o. 27 votos
Arquiteto : José Bento de Carvalho, 3o. 32 votos
Cobridor : Afonso Joaquim de Albuq. Melo, 3o. 31 votos
P. Espada : Francisco Porto, 3o. 26 votos
P. Estandarte : Fernando Borguesi, 3o. 29 votos
M. Banquete : José Vieira Sampaio, 3o. 30 votos
Orador Adjunto : José Cesário dos Negreiros Varella
de França, 3o. 32 votos.
Secretário Adj. : Bernardo Pereira do Carmo, 3o. 30 votos
M. Cer. Adj. : Bráulio Coelho Sampaio, 3o. 30 votos

NOTAS: Orador Adjunto José Cesário dos Negreiros Varella de França, é encontrado no Fichário, com o nome José Cezario da N. Varella da Fonseca.
O Chanceler João Rabelo Cardoso, encontrado com o nome de João Cardoso Rabelo.
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Balaústre em 30 de Janeiro de 1894:

Deputado da Loja junto ao Grande Oriente, Manoel Miguel Soares.
Representante Junto ao Grande Oriente, Guilherme Gomes Pinto.

Dignidades e Luzes para o ano de 1894.
Balaústre em 26 de Fevereiro de 1894:

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo, 30o. 34 votos
1o. Vigilante : Ananias Emiliano Andrade Guerra, 31o. 35 votos
2o. Vigilante : Domingos Nunes Leite, 18o. 31 votos
Orador : Antonio Scipião da Silva Jucá, 18o. 32 votos
Secretário : Bernardo Pereira do Carmo, 3o. 32 votos
Tesoureiro : José Bento de Carvalho, 3o. 34 votos
1o. Experto : Júlio José Pereira, 3o. 30 votos
2o. Experto : Francisco Santos Porto, 3o. 28 votos
3o. Experto : Antonio Xavier da Divina Providência, 3o. 28 votos
Chanceler : Antonio Joaquim de Faria, 30o. 32 votos
Hospitaleiro : Ignácio de Moraes Sarmento, 3o. 27 votos
M. Cerimônias : Melchiades Gomes Ribeiro, 3o. 28 votos
1o. Diácono : Domingos de Araújo Melo, 3o. 28 votos
2o. Diácono : Francisco Ignácio da Rocha Lima, 3o. 27 votos
Arquiteto : André de Carvalho Espíndola, 3o. 29 votos
P. Estandarte : Eduardo Witchurst, 3o. 33 votos
P. Espada : Manoel Rodrigues de Oliveira Lima, 3o. 32 votos
Cobridor : Estevão José Biggio, 3o. 31 votos
M. Banquete : Augusto Antonio de Almeida, 3o. 29 votos
Orador Adjunto : José Cesário dos Negreiros Varella de França, 3o.
30 votos
Secret. Adjunto : Affonso Joaquim de Albuquerque Melo, 3o. 31 votos
M. Cer. Adjunto : Leôncio José Pereira de Farias, 3o. 30 votos.
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Ano de 1895

Deputado junto ao Grande Oriente, José Moitinho dos Santos, 18o. 22 votos
Representante junto ao Grande Oriente, Lourenço da Rocha, 30o. 22 votos

Balaústre em 19.02.1895:

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo, 30o. 19 votos
1o. Vigilante : Domingos Nunes Leite, 18o. 18 votos
2o. Vigilante : Manoel R. de Oliveira Lima, 3o. 19 votos
Orador : Antonio Scipião da Silva Jucá, 18o. 19 votos
Secretário : Bernardo Pereira do Carmo, 3o. 19 votos
Tesoureiro : José Bento de carvalho, 3o. 19 votos
1o. Experto : José Leite de Menezes, 3o. 19 votos
2o. Experto : Fernando Borguesi, 3o. 18 votos
3o. Experto : André Espíndola, 3o. 18 votos
Chanceler : José Vieira Sampaio, 3o. 19 votos
M. Cerimônias : Melchiades Gomes Ribeiro, 3o. 19 votos
Hospitaleiro : Ignácio de Moraes Sarmento, 3o. 19 votos
Arquiteto : Manoel José de Farias, 31o. 19 votos
P. Estandarte : Eduardo Witchurst, 3o. 18 votos
P. Espada : Álvaro Flores, 3o. 19 votos
1o. Diácono : Luiz Lessa, 3o. 19 votos
2o. Diácono : Francisco Ignácio da Rocha Lima, 3o. 19 votos
M. Banquete : Francisco Porto, 3o. 19 votos
Cobridor : Júlio José Pereira, 3o. 19 votos
Orador Adjunto : Benedito Silva, 18o. 19 votos
Secret. Adjunto : Antonio Pereira Caldas Filho 19 votos
M. Cer. Adjunto : Genésio Ladislau de Menezes, 3o. 19 votos
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Ano de 1896

Deputado junto à Assembléia Geral do Grande Oriente:
José Moitinho dos Santos, 18o. 16votos
Representante, Lourenço da Rocha, 30o. 16votos

Exercício 1896 – 1897
Balaústre em 21.02.1896:

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo, 30o. 24votos
1o. Vigilante : Ananias Emiliano Andrade Guerra, 31o. 23votos
2o. Vigilante : Luiz Lessa, 3o. 23votos
Orador : Antonio Scipião da Silva Jucá, 18o. 24votos
Secretário : Bernardo Pereira do Carmo, 3o. 23votos
Tesoureiro : Domingos Nunes Leite, 18o. 24votos
1o. Experto : Francisco Ignácio da Rocha Lima, 3o. 24votos
2o. Experto : Fernando Borguesi, 3o. 24votos
3o. Experto : Álvaro Flores, 3o. 23votos
Chanceler : José Vieira Sampaio, 3o. 22votos
M. Cerimônias : Melchiades Gomes Ribeiro, 3o. 23votos
Hospitaleiro : André de Carvalho Espíndola, 3o. 23votos
Arquiteto : Manoel José de Farias, 31o. 24votos
P. Estandarte : Eduardo Witchurst, 3o. 23votos
P. Espada : Manoel de Messias Alencastro, 3o. 24votos
1o. Diácono : Manoel Rodrigues de Oliveira Lima, 3o. 22votos
2o. Diácono : Domingos de Araújo Melo, 3o. 24votos
M. Banquete : Francisco Porto, 3o. 23votos
Cobridor : Afonso de Albuquerque Melo, 3o. 24votos
Orador Adjunto : Benedito Manoel dos Santos Silva, 18o. 24votos
Secret. Adjunto : Antonio Pereira Caldas Filho, 3o. 23votos
M. Cer. Adjunto : Genezio de Menezes, 3o. 24votos
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Ano 1897

Exercício 1897 – 1898

Balaústre em 16.02.1897

Deputado junto à Assembléia Geral:
José Moutinho dos Santos, 30o. 16votos
Representante: Lourenço da Rocha, 30o. 16votos

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo 14votos
1o. Vigilante : Bernardo Pereira do Carmo 11votos
2o. Vigilante : Manoel Rodrigues de Oliveira Lima 8votos
Orador : Luiz Lavenere 11votos
Secretário : Juvenal Costa 8votos
Tesoureiro : Domingos Nunes Leite 14votos
Chanceler : Vicente Ferreira de Andrade Costa 14votos
Hospitaleiro : Jacinto Ressurreição 11votos
1o. Experto : Melchiades Gomes Ribeiro 13votos
2o. Experto : Manoel Izidoro de Souza Ramires 13votos
3o. Experto : Antonio José do Nascimento 14votos
M. Cerimônias : Genézio Menezes 9votos
Adjunto : Pedro Lobão 12votos
1o. Diácono : Justino Figueiredo 8votos
2o. Diácono : José Pereira Acioli 13votos
Arquiteto : Luiz Lucariny 11votos
Cobridor : Afonso de Melo 11votos
P. Espada : Félix Belo de Oliveira 13votos
P. Estandarte : Francisco Porto 14votos
Orador Adjunto : Joaquim Goulart de Andrade 10votos
Secrt. Adjunto : Horácio Jucá 8votos
Tes. Adjunto : Joaquim Cardoso 8votos

SUPORTE HISTÓRICO:
O Te. Cel. Joaquim José de Araújo Lima Rocha, dirigiu a Intendência Municipal de 1894 até 7 de Janeiro de 1897.
Clarêncio da Silva Jucá (1897-1899) tomou posse a 7 de Janeiro de 1897.
O Farmacêitico Antonio José Duarte, de 1899-1901.
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Balaústre em 15.02.1898

Representante: Lourenço da Rocha
Deputado: José Moutinho dos Santos

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo 17votos
1o. Vigilante : Firmino Aquino Vasconcelos 16votos
2o. Vigilante : Pedro Soares de Albuquerque 17votos
Orador : Antonio Scipião da Silva Jucá 17votos
Secretário : Leopoldo Amorim 17votos
Tesoureiro : Bernardo Pereira do Carmo 10votos
Chanceler : Justino Figueiredo 16votos
Hospitaleiro : Firmino Theotonio da Morada 16votos
1o. Experto : Manoel Rodrigues de Oliveira Lima 16votos
2o. Experto : José Bento de Carvalho 16votos
3o. Experto : Fernando Borguesi 16votos
M. Cerimônias : Horácio A. Guerra Jucá 16votos
Adjunto : Melchiades G. Ribeiro 16votos
1o. Diácono : Pedro Lobão 16votos
2o. Diácono : Luiz Lessa 16votos
Arquiteto : Luiz Lucariny 16votos
Cobridor : Afonso de Albuquerque Melo 16votos
P. Espada : José de Araújo Cardoso 16votos
M. Banquete : Gabriel Elísio Teixeira 16votos
Orador Adjunto : Juvenal Augusto Pereira da Costa 16votos
Secrt. Adjunto : Domingos Nunes Leite 16votos
Tes. Adjunto : José Domingos Lordsleen 16votos
P. Espada : Augusto de Almeida 16votos
O Irmão Domingos Leite pede dispensa do cargo de Adjunto de Secretário, no que foi atendido.
É aclamado Adjunto de Secretário o Irmão Ricardo Júlio da Costa, que agradecido aceitou aceitar o referido cargo.

Balaústre em 22.03.1898:
Comissão Central : Pedro Lobão
: Pedro Soares de Albuquerque
: José Cardoso

Comissão Finanças : Bernardo Pereira do Carmo
: Juvenal Costa
: José Cardoso

Comissão Benefic. : Firmino Morado
: Manoel Rodrigues de Oliveira Lima
: José Bento de carvalho
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Ano Maçônico de 1o. Junho de 1899a 31 de Maio de 1900

Balaústre em 14.04.1899

Representante: João Montenegro Virgier, 21o. – da Loja Amizade e Fraternidade, ao Oriente do Rio. 19 votos
Deputado: José Alves Coelho, da mesma Loja e Oriente.19 votos

Balaústre em 19.04.1899:

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo
1o. Vigilante : Pedro Soares
2o. Vigilante : Manoel Rodrigues O. Lima
Orador : Antonio Scipião da Silva Jucá
Adjunto : Juvenal Costa, substituído por Virgílio Ant. Carvalho
Secretário : Silvério Costa
Adjunto : Antonio de Souza Almeida
Tesoureiro : Bernardo Pereira do Carmo
Adjunto : Cândido de Almeida Botelho, subst. por Joaquim C. Santos
M. Cerimônias : Luiz Lavenere Wanderley, substit. Ant. Duarte Muniz
Adjunto : Manoel Izidoro da C. Ramires

1o. Experto : Manoel Pantaleão B. Montenegro
2o. Experto : Antero F. Medeiros
3o. Experto : Azarias de carvalho Gama
1o. Diácono : Pedro Lobão
2o. Diácono : Vicente Cerqueira
P. Espada : Joaquim Barral
P. Estandarte : Alípio Pereira Leite
Arquiteto : Afonso J. Albuquerque Melo
Chanceler : Manoel Joaquim Ramalho
Hospitaleiro : Manoel Torquato Cabral
M. Banquete : Carlos de Melo Lins
Cobridor : Joaquim Cordeiro Zagalo

Comissão Central: Miguel Omena, Virgílio Antonino de carvalho e José Novaes
Comissão Finanças: Melchiades G. Ribeiro, Manoel Pantaleão e Bernardo P. Carmo
Comissão Beneficência: Candido Botelho, Manoel Rodrigues O. Lima e Torquato Cabral.
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Balaústre em 14.05.1900, Exercício 1900 – 1901

Representante: Joaquim Bernardino Pinto Machado Júnior
Deputado: José Alves Coelho

Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo
1o. Vigilante : Manoel Pantaleão Bezerra Montenegro
2o. Vigilante : Antonio Muniz, substit. Por Melchiades Gomes Ribeiro
Orador : Virgílio Antonino de carvalho, substit. Por Silvério Costa
Adjunto : Silvério Costa, substit. Por Antonio Cândido Vieira
Secretário : Manoel Torquato Cabral, substit. Por Alfredo Odilon
Adjunto : Vicente Cerqueira, substit. Por Antonio Souza Almeida
Tesoureiro : Bernardo Pereira do Carmo
Adjunto : Alípio Pereira Leite
1o. Experto : José Pereira Alb. Silva
2o. Experto : Manoel Dias Souto
3o. Experto : Manoel Pinto do Amaral Lisboa
1o. Diácono : Antonio de Souza Almeida, substit. Por Francisco Santos Porto
2o. Diácono : Manoel Lopes Ferreira, substit. Por Teodomiro A. Correia
M. Cerimônias : Hermes Cavalcante, substit. Por Joaquim Cordeiro Zagallo
Adjunto : Joaquim Cordeiro Zagallo, substit. Por José Mariano de Brito
P. Espada : Carlos Lins, substit. Por Semeão de Oliveira e Silva
P. Estandarte : João Dias Souto
Arquiteto : Afonso Albuquerque Mello
Chanceler : Joaquim Ribeiro de Aboim
Hospitaleiro : Francisco Almeida
M. Banquete : Joaquim Barral
Cobridor : João Gualberto M. de Mello Rocha

Com. Central : Antonio Candido Vieira, Alfredo Odilon, Silvério Coelho.
Com. Finanças : Bernardo Pereira do Carmo, Candido Almeida Botelho e Melchiades Gomes Ribeiro
Com. Beneficência : Francisco Almeida, Semeão O. Silva e João Gualberto Melo Rocha.
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Balaústre em 15.05.1901 Exercício 1901 – 1902

Representante: Joaquim Bernardo Pinto Machado Júnior, 30o.
Deputado: José Alves Coelho, 30o. da Loja Amizade e Fraternidade


Venerável : Tibúrcio Valeriano de Araújo 22 votos
1o. Vigilante : Manoel Pantaleão B. Montenegro 14 votos
2o. Vigilante : Antonio Duarte Muniz 12 votos
Orador : Silvério Pereira da Costa 21 votos
Adjunto : Dr. Miguel Omena 22 votos
Secretário : Alfredo Odilon 22 votos
Adjunto : Abdias Nogueira 13 votos
Tesoureiro : Pedro Soares Albuquerque 13 votos
Adjunto : Semeão O. Oliveira 13 votos
1o. Experto : Alfredo Farias (aclamação)
2o. Experto : José Marianno Brito
3o. Experto : Alípio Pereira Leite
1o. Diácono : Francisco S. Porto
2o. Diácono : Teodomiro A. Correia
M. Cerimônias : Fernando A.Pinto
Adjunto : José A. Cardoso
P. Espada : Antonio A. Amorim
P. Estandarte : Antonio Bulhões Costa
Arquiteto : João Gualberto M. M. Rocha
Chanceler : Afonso A. Melo
Hospitaleiro : Joaquim Cordeiro Santos
M. Banquete : Joaquim Barral
Cobridor : Francisco Almeida

Balaústre em 03.07.1901:

Com. Finanças : Pedro Soares de Albuquerque
: Antonio de Souza Almeida
: Melchiades Gomes Ribeiro

Com. Beneficência : Cândido de Almeida Botelho
: João G. Marinho de Melo Rocha
: Joaquim Cordeiro dos Santos

Com. Central : Dr. José de Almeida Novaes
: Dr. Alfredo Odilon Silvério Coelho
: Dr. Miguel Wenceslau de Omena




Ver continuação no volume II