sábado, 24 de outubro de 2009

Nominata dos Veneráveis II

ANTONINOS DA VIRTUDE E BONDADE
PARTE II

SUPORTE HISTÓRICO I

Criada a 17 de Junho de 1822, a primeira Obediência Maçônica do território nacional - ) Grande Oriente Brasílico – este se dedicou, com exclusividade, a finalidade primordial de batalhar pela independência do Brasil. Neste dia a Loja Comércio e Artes, fundada em 14.12.1815, dividiu-se em três, criando as Lojas: União e Tranqüilidade e Esperança de Niterói, que deram origem ao Grande Oriente do Brasil. Foi eleito Grão Mestre José Bonifácio de Andrada e Silva, que logo em seguida, com a iniciação de D. Pedro, cedeu-lhe o cargo.
Em decorrência da dissidência política entre os grupos encabeçados por José Bonifácio e Gonçalves Ledo, D. Pedro emitia a ordem para fechar o Grande Oriente, a 26 de Outubro de 1822.
Em 1830, ressurgia a Maçonaria brasileira, com a criação do Grande Oriente Nacional Brasileiro, o qual ficou, também, conhecido como o Grande Oriente da Rua de Santo Antonio e, posteriormente, Grande Oriente do Passeio, lugares em que se instalou, no Rio de Janeiro.
Em 12 de Novembro de 1832 é fundado, por Francisco Ge Acaiaba de Montezuma, Visconde de Jequitinhonha, o Supremo Conselho do Brasil do Grau 33o. – para o Rito Escocês Antigo e Aceito. Embora tenha fundado o Supremo Conselho, Montezuma foi demitido do seu cargo de Soberano Grande Comendador, em 1835.
Seu sucessor assumiu o Cargo de Grande Comendador, através do Decreto de 12 de Novembro de 1835, Irmão Antonio Carlos Ribeiro de Andrade, o Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil. Ao assumir, Antonio Carlos passou o cargo a José Bonifácio, que passava a dirigir as duas obediências.
Ao arrepio de tudo, em Alagoas, era fundada a Loja “Lealdade Penedense”, que recebeu a sua Carta patente em 30.07.1838, mas que, segundo as pesquisas de Kurt Prober, jamais veio a funcionar.
Em meio ao conturbado clima político que se alastrava por todo o país, aqui em Maceió, em 06 de Setembro de 1837, o Irmão Manoel Guilhermino de Alcântara traz para a luz maçônica a Loja “Amor da Pátria”.
A 6 de Abril de 1838, falecia José Bonifácio.
A pedra fundamental do Hospital da Cidade de Maceió (Santa Casa de Misericórdia), foi lançada no dia 07 de Setembro de 1851.
No dia 29 de Setembro de 1858, por ocasião de solenizar-se a posse dos Grandes Oficiais e Dignitários do Grande Oriente do Brasil, o Dr. Mello Moraes, 33o. – Grande Orador do Grande Oriente do Brasil, pronunciou importante discurso histórico.
Alexandre de Mello Moraes, 33o. – Nasceu na cidade de Alagoas em 23.06 ou 23.07.1816. Faleceu no Rio de Janeiro – DF, em Setembro de 1882. Historiador, deputado geral, médico. Em 1853 muda-se para o Rio de Janeiro. Patrono da cadeira 30 do IHGA, bem como da cadeira 26 da AAI.
Existe no livro de registros de cadastros da PAA, número 1, página 11, matrícula 189, o nome de Floriano Vieira Peixoto, iniciado em 1870, nascido em Ipioca – Alagoas, contando 31anos de idade.
O livro n. 1 da Loja registra-o com o pseudônimo de Alexandre Magno, tradição do Rito Adoniramita.
Na madrugada do dia 15 de Novembro de 1889, Manoel Deodoro da Fonseca, foi proclamada a República e Deodoro assumiu o poder, como chefe do Governo Provisório, com um ministério que, por feliz coincidência, era todo composto de maçons.
A 15 de Novembro de 1890, era instalado o Congresso Constituinte. Antes disso, porém, o Governo Provisório já executara a reforma institucional, inclusive com a lei de 7 de Janeiro de 1890, que separava a Igreja do Estado.
A 19 de Dezembro de 1889, pouco mais de um mês após a proclamação da República, Deodoro era eleito Soberano Grande Comendador Grão Mestre, e a Obediência passava a ser chamada de Grande Oriente e Supremo Conselho do Brasil.
Proclamada a República, na Província, o Coronel Pedro Paulino da Fonseca nomeia em Outubro de 1890 uma comissão de notáveis para elaborar o Projeto de Constituição, que seria submetido à Assembléia Legislativa.
A Constituição de Alagoas é promulgada, em Junho de 1891.
No período presidencial de Prudente de Moraes, Gabino Besouro e o Barão de Traipú, Manoel Gomes Ribeiro, são eleitos, em Fevereiro de 1892, Governador e Vice-Governador de Alagoas. Temperamento exaltado, o Governador persegue implacavelmente seus adversários. Desentende-se com o Barão de Traipú e rompe com o amigo e padrinho político, o ex-Presidente Floriano Peixoto. Impopular, desprestigiado pelo Governo Central, é deposto em 16 de Junho de 1894, pelas forças do Batalhão de Infantaria do Exército, sediado em Maceió.
O Presidente da República, telegrafa ao comandante do Batalhão do Exército ordenando que garantisse a reposição do Governador. O Barão, voltando ao poder, aposenta os magistrados e demite todos os funcionários que tomaram parte na rebelião. Conclui seu mandato em 1897, passando o governo para o médico e professor Manoel José Duarte, que impotente para enfrentar as seqüelas das lutas políticas que tanto infelicitam o Estado, renuncia, dois anos depois.






6o. – VIRGÍLIO ANTONINO DE CARVALHO

Período : 27.07.1902 a 1903.

: 07.06.1903 a 1904.
: 25.06.1904 a 1905.
: 24.06.1905 a 1906.
: 24.06.1906 a 1907.
: 26.06.1907 a 1908.

Obs.: Brasileiro, advogado, sócio do Instituto Histórico.



Balaústre em 22.05.1902

Exercício 1902 - 1903

Venerável : Virgílio Antonino de Carvalho
1o. Vigilante : Pedro Soares de Albuquerque
2o. Vigilante : Semeão de Oliveira e Silva
Orador : Silvério Pereira da Costa
Adjunto : Antonio Augusto de Amorim
Secretário : Bráulio Leite
Adjunto : Abdias Nogueira
Tesoureiro : Bernardo Pereira do Carmo.
Substituído por Domingos Nunes Leite
Adjunto : Joaquim Cordeiro dos Santos
1o. Experto : Antonio Cândido Vieira
2o. Experto : Pedro Lobão
3o. Experto : João Augusto de Figueiredo
1o. Diácono : Luiz Lessa
2o. Diácono : João G. M. M. Rocha
Substituído por Francisco Napolitano
M. Cerimônias : Manoel Fontan
Adjunto: : João Soares de Albuquerque Passos
P. Espada : Leopoldo Alberto de Macedo
P. Estandarte : Julio Lobo
Arquiteto : José Cardoso
Chanceler : Manoel Pinto Lisboa
M. Banquete : Macário Vieira
Cobridor : Fernando Pinto
Hospitaleiro : Domingos Fazio

Balaústre em 18.07.1902

Com. Central : Semeão de Oliveira
: Antonio S. Almeida
: Abdias Nogueira


Com. Finanças : Domingos Nunes Leite
: Antonio Amorim
: José Cardoso

Com. Beneficência : Manoel P. Lisboa Filho
: João Figueiredo
: Domingos Fazio

Com. Mensal de Visitas : Júlio Lobo
: Antonio Bulhões Costa
: Afonso Albuquerque Melo.
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SUPORTE HISTÓRICO

O coronel Santos Pacheco preside as eleições de 1900, quando Euclides Vieira Malta derrota Miguel Soares Palmeira, elegendo-se Governador. Beneficiando-se da implantação da “política dos Governadores” adotada pelo Presidente Campos Sales, perpetua-se no poder, instituindo a oligarquia da família. Concluído seu triênio administrativo, elege Governador seu irmão Joaquim Paulo Vieira Malta. Retorna a dirigir os destinos de Alagoas, em 1906, conseguindo reeleger-se, em 1909, apesar da forte oposição liderada por Gabino Besouro.
O marechal Hermes da Fonseca, derrota o senador Ruy Barbosa na eleição de 1912 para a Presidência da República. O sobrinho do primeiro presidente do Brasil, Deodoro da Fonseca, terá como vice o mineiro Vencesláu Brás. Apesar de a campanha civilista do Águia de Haia não ter lhe garantido a maioria dos votos, os esforços de Ruy Barbosa deram aos brasileiros a chance de sentir o gosto de uma autêntica campanha eleitoral no país. Antes da votação, os civilistas tentaram em vão fazer com que os votos fossem dados de forma secreta, e não declarados diante dos membros da mesa.
Embora havendo nascido no Rio Grande do Sul, Hermes da Fonseca não esquece as origens alagoanas da família e influencia, decisivamente, a eleição do seu primo, o Coronel Clodoaldo da Fonseca, para Governador, derrubando a oligarquia Malta.

Conflitos bélicos agitam o mundo, na Primeira Guerra Mundial. Ao final da guerra, em 1918, uma grande crise financeira abala o país.

Em 1930, Getúlio Vargas é empossado Presidente da República e, dois anos depois, sustenta a Revolução Constitucionalista que, a partir de São Paulo, reivindica a convocação imediata de uma assembléia constituinte e a deposição do governo. Getúlio nomeia interventores nos Estados e, em Alagoas, assume o capitão Afonso de Carvalho, oficial do Exército e tambem ensaísta, jornalista e autor de peças de teatro.
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Balaústre em 19.04.1903

Exercício 1903 – 1904

Venerável : Virgílio Antonino de Carvalho
1o. Vigilante : Semeão de Oliveira e Silva
2o. Vigilante : José Maria de Araújo
Orador : Silvério Pereira da Costa. Substit: Alfredo O. Silvério Coelho
Adjunto : Miguel Omena
Secretário : Bráulio Monteiro Leite. Substit: Abdias Nogueira
Adjunto : Abdias Nogueira. Substit: Tertuliano A. Santos
Tesoureiro : Domingos Nunes Leite. Substit: João Guilherme Romeiro
Adjunto : Alípio Vieira Leite
Chanceler : Manoel Pinto Lisboa
1o. Experto : Fernando A. Pinto
2o. Experto : Júlio F. Lobo
3o. Experto : Antonio Nunes Leite
Hospitaleiro : Augusto Lessa
M. Cerimônias : Manoel Fontan
Adjunto : Crodegando Gomes
Arquiteto : João Guilherme Romeiro
1o. Diácono : Luiz Lessa
2o. Diácono : Azarias de Carvalho Gama
Cobridor : Leopoldo Macedo
P. Espada : Tertuliano Santos
P. Estandarte : Antonio Ferreira Santos
M. Banquete : João Soares de Albuquerque Passos

Balaústre em 16.06.1903

Com. Finanças : Augusto Lessa
: José Maria de Araújo
: Domingos Nunes Leite

Com. Central : Semeão Oliveira
: Miguel Omena
: João Guilherme Romeiro

Com. Beneficência : Júlio Lobo
: João A. Figueiredo
: Leopoldo Macedo
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Balaústre em 24.05.1904

Exercício 1904 – 1905

Venerável : Virgílio Antonino de Carvalho
1o. Vigilante : Semeão de Oliveira e Silva. Substit: Augusto Lessa
2o. Vigilante : Abdias Nogueira. Substit: Firmino Aquino Vasconcelos
Orador : Miguel W. Omena. Substit: Francisco Calheiros Mello
Adjunto : Antonio Candido Vieira. Substit: Américo Alvim
Secretário : Joaquim Pontes de Miranda. Substit: Alfredo Odilon
Adjunto : Francisco Calheiros de Mello. Substit: 1) Augusto Lessa. 2) Francisco Calheiros
Tesoureiro : João Guilherme Romeiro
Adjunro : Francisco Porto
Chanceler : Manoel Pinto de A. Lisboa Filho. Substit: 1) Julio Lobo. 2) Manoel Fontan
1o. Experto : Fernando Pinto. 1) Julio Lobo
2o. Experto : Julio F. Lobo. 1) Antonio Pereira Caldas Filho. 2) Leopoldo Macedo
3o. Experto : Leobino Silva
Hospitaleiro : José Lacerda Filho
M. Cerimônias : Manoel Fontan. 1) Julio Lobo
Adjunto : Crodegando G. Silva
1o. Diácono : José Araújo Cardoso
2o. Diácono : Américo Custódio
P. Estandarte : Tertuliano Santos
P. Espada : João Ferreira Santos
Arquiteto : José Euzébio Alves Amorim. 1) Manoel Borges Acioly. 2) João G. M. M. Rocha
M. Banquete : Alípio Pereira Leite
Cobridor : João G. M. M. Rocha. 1) Crodegando G. Silva

Balaústre em 27.09.1904

Com. Central : José Lacerda Ferro
: Júlio Lobo
: Augusto Lessa

Com. Finanças : Américo Alvim
: Antonio de Souza Almeida
: João G. Romeiro

Com. Beneficência : José Cardoso
: Semeão Oliveira
: José Lacerda Ferro
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Balaústre em 12.05.1905

Exercício 1905 – 1906

Venerável : Virgílio Antonino de Carvalho
1o. Vigilante : Bernardo Pereira do Carmo
2o. Vigilante : Augusto Lessa
Orador : Alfredo O. S. Coelho. 1) João Craveiro Costa
Adjunto : Américo Alvim
Secretário : Henrique Mero
Adjunto : Abdias Nogueira. 1)Benedito Santos Silva
Tesoureiro : Enéas A. Almeida. 1) Antonio Souza Almeida. 2) João G. M. M. Rocha
Adjunto : Amphilófio e Américo Alvim
Chanceler : Manoel S. Fontan
1o. Experto : Julio F. Lobo
2o. Experto : Leopoldo A. Macedo
3o. Experto :Joaquim Plácido
Hospitaleiro : José Lacerda Ferro
M. Cerimônias : José A. Cardoso
1o. Diácono : Fernando A. Pinto
2o. Diácono : Francisco C. Melo
P. Estandarte : Crodegando Gomes
P. Espada : Ezequiel R. Barbosa
Arquiteto : João G. M. M. Rocha
M. Banquete : Sahid Kuri
Cobridor : Artur Vidal Silva

Balaústre em 11.07.1905

Com. Finanças : Semeão O. Silva
: Azarias Gama
: Antonio Souza Almeida

Com. Central : Alfredo A. Farias
: Afonso Melo
: Ezequiel Barbosa

Com. Beneficência : Francisco Calheiros
: Joaquim Zagalo
: José Lacerda Ferro

Com. Polícia : Bernardo Pereira do Carmo
: Benedito Silva
: Fernando Pinto
: José Cardoso e Abdias Nogueira
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Balaústre em 01.05.1906

Exercício 1906 – 1907

Venerável : Virgílio Antonino de Carvalho
1o. Vigilante : Bernardo Pereira do Carmo
2o. Vigilante : Augusto Lessa
Orador : João craveiro Costa. 1) Henrique Mero
Adjunto : Oscar Marinho Falcão
Secretário : Henrique mero. 1) Américo Alvim
Adjunto : Oscar M. Falcão. 1) Benedito Silva
Tesoureiro : João G. M. M. Rocha
Adjunto ; Enéas A. Almeida
M. Cerimônias : Afonso A. Melo
Chanceler : Manoel S. Fontan
Arquiteto : João V. Araújo
1o. Diácono : Benedito S. Silva
2o. Diácono : José A. Cardoso
Hospitaleiro : José L. Ferro
1o. Experto : Leopoldo A. Macedo
2o. Experto : Luiz A. C. Chaves
3o. Experto : Ezequiel Barbosa
P. Espada : Joaquim F. Plácido
P. Estandarte : Alípio P. Leite
M. Banquete : Antonio F. Araujo Santos
Cobridor : Artur Vital da Silva

Balaústre em 23.08.1906

Com. Central : Leopoldo Macedo
: Benedito Silva
: Luiz A. C. Chaves

Com. Beneficência : Afonso A. Melo
: Oscar M. Falcão
: José L. Ferro

Com. Finanças : Américo Alvim
: Enéas A. Almeida
: João G. M. M. Rocha





Balaústre em 24.05.1907

Exercício de 1907 – 1908

Venerável : Virgílio Antonino de Carvalho. 1) Pedro Soares de Albuquerque
1o. Vigilante : Antonio de Souza Almeida
2o. Vigilante : Henrique Mero
Orador : Pedro Soares de Albuquerque. 1) Eutiquio C. C. Gama
Adjunto : Oscar M. Falcão
Secretário : Américo Alvim
Adjunto : Benedito S. Silva
Tesoureiro : João G. M. M. Rocha
Adjunto : Enéas A. Almeida
M. Cerimônias : Afonso A. Melo
Adjunto : Domingos Fazio
Chanceler : Manoel S. Fontan
Arquiteto : Anfilófio Alvim
1o. Diácono : Alfredo Farias
2o. Diácono : Luiz Oliveira
Hospitaleiro : José L. Ferro
1o. Experto : Leopoldo Macedo
2o. Experto : Luiz Chaves
3o. Experto : Francisco Gazaneu Filho
P. Estandarte : Joaquim F. Plácido
P. Espada : Pascoal G. de Rafael
M. Banquete : Manoel Estevan da Rocha
Cobridor : Artur Vital da Silva

Balaústre em 08.07.1907

Com. Central : Luiz Chaves
: Joaquim Plácido
: Francisco Gazaneu Filho

Com. Beneficência : Manoel Estevan da Rocha
: Leopoldo Macedo
: José L. Ferro

Com. Finanças : Benedito Silva
: Artur Vital da Silva
: João G. M. M. Rocha