quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Revisitando o passado

LOJAS FRATERNIDADE ALAGOANA E AMOR À HUMANIDADE. MUDANÇA DE OBEDIÊNCIA DE VÁRIAS LOJAS. Em 09 de abril de 1870, era fundada em Maceió a Loja Maçônica “Fraternidade Alagoana” n. 200. Recebeu sua Carta Constitutiva em 21.03.1870 e Regularizada, 20.06.1870.
HISTÓRICO:
Pouco depois de fundada, em 04 de março de 1873 (Ata 116), passou para o Grande Oriente dos Beneditinos, mas em 05.08.1873, foi reincorporada ao GOB. Na fundação recebeu o n. 202 e na reincorporação o n. 255 (antigos). Curiosamente em março de 1875, ainda é declarada como sendo de sua obediência (n.68), talvez uma dissidência. O Rito adotado na fundação foi o Adoniramita. Depois, antes de 1884 abateu colunas.
ALMANAK ADMINISTRATIVO DA PROVINCIA DE MACEIÓ para o ano de 1876 (edição 1876, pág.87) – Grande Oriente Unido do Brasil – Fraternidade Alagoana (Adoniramita), Rua do Hospital n. 47; Venerável, José Francisco Braga Júnior, residente à Rua Augusta n. 13. Na pág. 114 do mesmo almanaque, ano 1877, dá a fraternidade Alagoana funcionando na Rua do Hospital , sobrado, n. 47.
Até 15 de abril de 1873, funcionou na VIRTUDE E BONDADE, e a partir dessa data, na PERFEITA AMIZADE ALAGOANA. Ata n. 43 da “VB” – acedendo o prédio para funcionar na sua sede mediante as condições propostas. Ata n. 44, em 20.04.1871: concordou pagar nas mesmas condições apresentadas no contrato que se fez com um primeiro andar da casa em que funcionava a Loja.
VENERÁVEL FUNDADOR: - Jacintho José Nunes Leite, 13.’., de 1870 à 1873, Reeleito, não aceitou. 1874 – José Francisco de Braga Júnior. Em julho de 1874, abateu as colunas. 14.11.1876: Reergue as colunas José Francisco de Braga Júnior. Em 12.12.1876: Venerável Tertuliano Telles de Menezes e Silva. 20.01.1877: Posse do Venerável Tertuliano Telles de Menezes e Silva; em 30.01.1877, abateu as colunas.
Em 12.09.1979: Reerguidas as colunas pelo Venerável Ir.’. José Correia de Araújo Paranhos.
NOTA: no Livro de Ata ficaram em branco as páginas 242 (meia página), 243 a 248. Não há Termo de Encerramento. As últimas assinaturas da Ata na data de 30.01.1877: Ven.’. Tertuliano Telles de Menezes e Silva; 1o. Vigilante, Jacintho José Nunes Leite; 2o. Vigilante, Luiz Pereira Cunha; Orador Interino, J. Pedro; e Secr.’. Rafael Arcanjo da Silva Antunes.

LOJA MAÇÔNICA “CONFRATERNIDADE PENEDENSE”, n. 205. Fundada em 04.12.1870, no Oriente de Penedo. Rito Moderno. Instalada em 04.12.1872, abateu colunas em 1884.
O Malhete, n. 13, de Maceió, em 20.12.1899, assinala a instalação desta Loja em 04.12.1872. Consta do “Catálogo das Lojas...”, de Kurt Prober.

LOJA MAÇÔNICA “AMOR À HUMANIDADE”. Em 03.11.1872, na época de progresso da cidade do Pilar, nascia ali, a Loja Maçônica “Amor à Humanidade”, n. 229, a primeira que utilizou este título. Certamente inspirada em sua principal bandeira de luta, a libertação dos escravos. Recebeu a Carta Constitutiva em 04.11.1872, sendo Regularizada em 29.12.1872. Abateu colunas em 1882.
O Irmão Plutarco, (João Eugênio Machado, médico), pertencente à Loja “Perfeita Amizade Alagoana” n. 181, na carta número dois, endereçada ao Grão-Mestre do Oriente Unido, dos Beneditinos, publicada no “Jornal do Pilar”, em 03 de agosto de 1874, referindo-se a uma querela mantida com a Loja Capitular “Três de Maio”, fundada também na cidade do Pilar, em 03 de maio de 1873, obtendo a carta Constitutiva em 23.07.1873, e que também abateu colunas em 1882, assim dissertava:

“Em 1871, ventilou-se a criação de uma Loja Maçônica. Reuniram-se diversos Irmãos com esse intuito, e logo após puseram em prova os seus esforços, a sua dedicação; e embora os sacrifícios sobrevindos fossem de extremo alcance, ainda dessa vez, a força de vontade triunfou desses mil óbices que então se opuseram à realização desse desejo.
Foi o certame do querer contra o não poder, que veio à luz da vida a Loja “Amor à Humanidade”, nesse tempo filiada ao Vale do Lavradio, e depois do congraçamento maçônico da Corte, ao Grande Oriente Unido, vindo daí apartar-se quando o gênio avassalador de um ambicioso deu profundo corte na Maçonaria, atirando-a nos braços de uma cisão infeliz!”.

Tudo leva a crer que os primeiros momentos da Loja “Amor à Humanidade” foram claudicantes, tanto que a partir de 03 de novembro de 1871 houve um movimento revigorador, como se observa na notícia publicada no “Jornal das Alagoas”, editado em Maceió, em 12 de fevereiro de 1872, sob o título NOVA LOJA MAÇÔNICA, informando que no dia 29 de dezembro próximo findo, no Oriente do Pilar, procedeu-se à regularização da loja com o título distintivo de “Amor à Humanidade”. O ato, dizia o texto, foi presidido pelo Delegado do Grão-Mestre Geral, Irmão Manoel Claudino de Arroxelas Jayme, Grau 33o., acompanhado dos Irmãos Antônio Teixeira Júnior Escova e Manoel Luiz Coelho.
A magnificência dessa festa, uma das mais pomposas realizadas naquela cidade e que encheu de entusiasmo a todos que a assistiram, ainda mais brilhante se tornou pela generosidade e filantropia de nosso Irmão Nicolau Alves Rodrigues, que para significativo do seu profundo regozijo, concedeu a liberdade sem ônus algum a uma sua escrava da idade de dezenove meses de nome Francisca, cuidando de sua educação até a maturidade.
Á noite o edifício esteve aberto e franqueado à concorrência dos visitantes. As salas do edifício estavam ricamente ornadas e iluminadas.
O hino Maçônico, música especialmente composta pelo distinto maestro Irmão Procópio Galvão, e por ele acompanhada ao piano, e pelo insigne violinista Afonso Efigênio, foi entoado por diversas vezes, até às dez horas quando findou-se a festa.
As Lojas “Amor à Humanidade” e “Três de Maio”, fundadas sob a jurisdição do Grande Oriente do Brasil, transferiram-se em 1873, para o Grande Oriente Unido, do Grão-Mestre Saldanha Marinho, junto com as Lojas “Perfeita Amizade Alagoana”, “Fraternidade Alagoana” e “Confraternidade Penedense”, permanecendo fiéis ao Grande Oriente do Brasil a “Virtude e Bondade” e “Amor da Pátria” (reerguidas as colunas em 1875).
No Boletim do Grande Oriente do Brasil, n. 1 – 2o. Ano, janeiro de 1873, estão relacionadas as Lojas da Província de Alagoas que sujeitam-se à sua Obediência:
“Virtude e Bondade”;
“Perfeita Amizade Alagoana”;
“Confraternidade Penedense”;
“Fraternidade Alagoana”.

Como, também, a Administração de Lojas e capítulos, para o Ano maçônico de 1873:

LOJA CONFRATERNIDADE PENEDENSE

Venerável, Manoel Pereira de Carvalho Sobrinho, 12o.
1o. Vigilante, Israel de Farias Lemos, 12o.
2o. Vigilante, Luiz José de farias Lobo, 3o.
Orador, Paulo Leite Ribeiro, 12o.
Secretário, Clarimundo Barreto dos Santos, 12o.
Tesoureiro, Manoel Joaquim de Moura, 12o.

CAPÍTULO VIRTUDE E BONDADE

Aterzata, Antônio Teixeira Júnior Escova, 32o.
1o. Grande Vigilante, Domingos José de Faria, 18o.
2o. Grande Vigilante, João José da Costa Santos, 30o.
Grande Orador, Manoel Claudino de Arroxelas Jayme, 33o.
Grande Secretário, Aprígio da Silva pinto, 8o.
Grande Tesoureiro, José Antônio Ribeiro Braga, 18o.

LOJA PERFEITA AMIZADE ALAGOANA

Venerável, Manoel Claudino de Arroxelas Jayme, 33o.
1o. Vigilante, João Sabino Vieira, 3o.
2o. Vigilante, Antônio Simões de Souza Júnior, 12o.
Orador, Antônio Scipião da Silva Jucá,3o.
Secretário, Antônio Monteiro de Mello, 3o.
Tesoureiro, Joaquim Monteiro de Roza Lima, 3o.

O Boletim do Grande Oriente Unido do Brasil, 2o. Ano, n. 7 a 9 – julho a setembro de 1873, relaciona a Administração do Capítulo “Amor à Humanidade”, ao Grande Oriente do Pilar, Alagoas, para o ano maçônico de 1873:
Venerável, Luiz Gonzaga dos Santos; 1o. Vigilante, João Alves de carvalho; 2o. Vigilante, João Antônio Ferreira Magalhães; Orador, Miguel Nunes de Moraes Osório; Secretário, José Gomes da Silva Vasconcelos; Tesoureiro, Domingos Fernandes da Cunha.
Posteriormente, com a reconciliação, todos os dissidentes voltaram a integrar o Grande Oriente do Brasil.
Recentemente, animados do propósito de fundar em Alagoas um Grande Oriente Estadual, reuniram-se algumas Oficinas para estimular a criação de novas Lojas ou o reerguimento de outras, adormecidas. E em 29 de novembro de 1976, no Templo da Augusta e Respeitável Loja “Amor à Humanidade”, situado à Praça Ruy Barbosa s/n – centro, no Oriente do Pilar, sob a presidência do Irmão João Vieira Chagas, devidamente autorizado pelo Delegado do Grande Oriente do Brasil em Alagoas, Dr. Lauro Farias; tendo como 1o. Vigilante, Volney Cavalcanti Leite; 2o. Vigilante, Tamal Zaidan; Orador, Moab Leite Pessoa; Secretário, Givan Lúcio; e Mestre de Cerimônias, Domingos de Oliveira Prado, realizou-se a cerimônia de Regularização da Loja maçônica “Amor à Humanidade”.
Prestaram juramento e foram empossados os membros da Diretoria Provisória, a saber: Venerável Provisório,Joaquim Wanderley de Barros Lima; 1o. Vigilante, Ivaldo Ávila de Araújo; 2o. Vigilante, Benedito Martins de Melo; Orador, Owerland Costa; Secretário, Crisóligo Barros Galvão; Tesoureiro, Benedito Santos Souza; Mestre de Cerimônias, Jorge Barbosa; Hospitaleiro, Otacílio Silveira Cavalcante; 1o. Experto, José de Farias Neto; 2o. Experto, João Oliveira dos Santos; Guarda do Templo, Fernando Cruz; 1o. Diácono, Abílio Alves da Silva; 2o. Diácono, Tamal Zaidan; Porta Estandarte, Volney Cavalcanti Leite; Porta Espada, Domingos de Oliveira Prado.
Infelizmente a iniciativa não foi adiante, e a Loja voltou a adormecer.

ATA DA REGULARIZAÇÃO DA LOJA MAÇÔNICA “AMOR À HUMANIDADE” , SEDIADA NA PRAÇA RUI BARBOSA, S/N., PILAR – ALAGOAS, REALIZADA NO DIA 29 DE NOVEMBRO DE 1976.

Irmãos da Instalação: João Vieira Chagas, Presidente. – Moab Leite pessoa, Orador. – Volney Cavalcante leite, 1o. Vigilante. – Tamal Zaidan, 2o. Vigilante. – Domingos de Oliveira prado, Mestre de cerimônias. – Givan Lúcio, Secretário.

Após a abertura dos trabalhos, o Venerável convidou ao Irmão Orador para abrir o Livro da Lei no Grau de Aprendiz e em seguida convidou pela Ordem o Venerável da Loja, os 1o. e 2o. Vigilantes, o Orador e o Mestre de Cerimônias a fim de prestarem seu juramento na forma regulamentar. Depois de empossados os primeiros Mestres em seus cargos, foi concedida a palavra e dela fez uso Moab Pessoa que apresentou os votos de solidariedade à nova Loja e concitou a todos para que não mais venha a abater colunas e também augurou êxito a todos os que fazem a Loja “Amor à Humanidade”. Logo após, o Irmão Domingos de Oliveira Prado ratificou as palavras de seu antecessor e apresentou suas escusas pelas faltas na cerimônia, em virtude do ritual não ser específico ao ato. Pedino e fazendo uso da palavra, o Irmão Marcio Silva Fortes disse de sua surpresa ao ser notificado pelo Irmão Overland Costa, pois, jamais fugira de suas responsabilidades de Maçom. A sua concepção de Maçonaria é de trabalho honesto, digno e edificante e não de falta de irmandade, pois é sublime e deve estar acima de qualquer outra causa. Em seguida o Irmão Volney Leite falou de sua satisfação em se fazer presente e falou da sua emoção ao assistir a reunião do dia 23 na “Virtude e Bondade”, onde viu os irmãos Moab Leite e Mauro Guedes, de partidos diferentes, porém, demonstraram espírito de fraternidade e dando exemplo de que na Maçonaria não deve existir partidos, pois não faz parte de sua filosofia, que é de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Enalteceu a qualidade de todos e solicitou ao Irmão José Verres para que fizesse uso da palavra, sendo atendido. Tecendo palavras alusivas ao ato fez um resumo daquilo que foi a Revolução Francesa, surgindo com os princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, pedindo a paz para todos não só para os brasileiros, mas, extensiva a toda a humanidade. Mostrou o seu desejo dos homens se unirem para as grandes edificações humanas. Cada um leve o trabalho a sério nesta Loja. Mostrou que todo homem tem política, mesmo que diga não tê-la. Porém deve ser uma política maçônica, Augurou pleno sucesso nos trabalhos que vão ser desempenhados nesta Loja. O Irmão Tamal Zaidan usou a palavra alegando que emocionado pelo que o antecederam e fez ver que as palavras do Irmão Marcio procedem de maneira correta por ir de encontro aqueles que fazem política fora dos princípios maçônicos e leu trecho dos deveres do Maçom. Apresentou mensagens de amor, confiança. O Venerável Joaquim Wanderley pediu interrupção de sua oração para receber o representante do GOB, passando-lhe o Malhete e em seguida solicitou ao orador que prosseguisse com a sua oração. Enalteceu o trabalho do Delegado em se fazer presente ao ato e leu os deveres do Maçom.Pedindo a palavra o 1o. Vigilante da Loja, Nivaldo Alves, falou da sua satisfação e que tudo fará dentro de suas possibilidades para que jamais ocorra o já acontecido em sua Loja Maçônica. O Irmão Chagas agradeceu a honra que lhe fora concedida em ser o presidente na restauração da Loja, em substituição ao Delegado que estava em viajem ao interior do Estado. Parabenizou àqueles que retornaram à Loja “Amor à Humanidade” e disse de sua confiança naqueles que ora a integram. O Venerável da Loja fez uso da palavra dizendo de sua emoção e do seu trabalho em procurar saber das Lojas existentes e do Decreto baixado pelo Delegado, prefeito desta cidade, há mais de um ano e concitou a outros elementos de sua terra para que a Loja fosse reaberta, e disse de sua boa vontade e pediu ao Irmão Márcio, pessoa de destaque e muito conceituada na cidade e outros para que dêem sua contribuição a fim de desenvolver um trabalho sério, dinâmico e edificante. Falou do seu entusiasmo, do seu esforço, e solicitou a todos uma efetiva ajuda para continuar com os seus verdadeiros objetivos. O que lhe importa é a Maçonaria e continuou sua oração com a frase do memorável Irmão Lafayette Bello: “A Maçonaria não é uma religião, mas é contudo, a minha religião”. Concluiu pedindo uma salva de palmas para o nosso Delegado, o Professor Lauro Farias. Para finalizar, o Irmão Lauro Farias mostrou os verdadeiros objetivos da Maçonaria e ressaltou o papel do Irmão Joaquim Wanderley e Márcio Silva, como homens e maçons responsáveis. O Delegado pediu desculpas pelo atraso e disse de sua confiança no seu representado, João Vieira Chagas, que é o seu substituto legal e tem o seu total apoio em tudo que ele praticar. Falou de sua pretensão em reabrir esta Loja há mais de um ano e os contatos mantidos nesta terra com pessoas para a sua concretização. “Não devemos confundir as nossas posições profanas com a nossa posição maçônica” (segundo o Delegado). Vamos ajudar. Fundar Loja é um trabalho fácil, mas, fazê-la é difícil. A tarefa tem que ser em função da Maçonaria, e não pessoal. Congratulou-se com o Venerável e concedeu a palavra ao Orador, o qual agradeceu, porém, não a usou. O senhor delegado em nome do Grão-Mestre se congratulou com todos os presentes e pediu para que o Irmão Orador fechasse o Livro da Lei, depois devolveu o Malhete, o qual encerrou os trabalhos.


LOJA MAÇÔNICA “TRÊS DE MAIO”, n. 250. Fundação, 03.05.1873, no Oriente do Pilar. Carta Constitutiva em 23.07.1873. Abateu colunas em 1882.

LOJA MAÇÔNICA “PAULO AFONSO” n. 399. Fundada no Oriente de Piranhas. Rito Escocês Antigo e Aceito. Carta Constitutiva em 10.10.1881. Regularização em 31.01.1881. Abateu colunas em 24.05.1884.
Kurt Prober: Venerável fundador, Alberto Aschoff. Em abril de 1884 abateu colunas, por falta de obreiros.

LOJA MAÇÔNICA “UNIÃO DO SÃO FRANCISCO, n. 410. Fundada no Oriente de Penedo. Carta Constitutiva (Instalada) em 03.11.1882. Regularização, em 09.12.1883. Abateu colunas em 1896.

LOJA MAÇÔNICA “REDEMPTORA”, N. 414. Fundada oficialmente em 15.04.1884, no Oriente de Penedo. Instalada em 15.04.1884, recebendo a sua Carta Constitutiva no Rito Adonhiramita. Abateu colunas em 1896. (O Malhete, n. 13 – Maceió, 20.12.1899).
Já existia em 1883. Fundada recentemente. Regularizada por Antônio Monteiro de Mello.

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